domingo, 17 de outubro de 2010

Quando deixei as minhas sapatilhas...


eu pude enxergar o que se passava ao meu redor,eu saí de um mundo cor de rosa,com muitos babados e meias calças,eu saí de um mundo rígido e cheio de disciplinas para viver no mundo aqui fora,eu comecei a ver que o meu mundo não passava de ilusões que nem todas as competições era disputadas na classe que as bailarinas disputam,quando eu larguei a sapatilha eu passei a viver realmente,eu pude escutar o sons da rua,o reggae,o hip hop,eu consegui ver que o clássico não me atraí,que o tradicional não me satisfaz e que meus sonhos vão muito além do que as minhas sapatilhas podiam me levar.Quando eu larguei as minhas sapatilhas eu descobri,que eu não nasci pra ser uma bailarina.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

As vezes a garganta aperta..


...A memória abre sua tampa,se revela,se mostra,expõe tudo,coloca tudo mais uma vez na mesa,todo sofrimento,todas as coisas boas,todos os sorrisos,canções,lágrimas e ataques de nervosismo.Minhas lembranças assim tão expostas me deixa saudades,me fazem lembra um tempo em que a espera do amanhã era insuportável,onde muitas noites a alegria era tanta que não cabia em mim e eu tinha que com partilhar.
Hoje não me agarro nessa lembranças,não como antes,não como a um bote salva-vidas,hoje me agarro com carinho,com saudades,hoje elas realmente se tornaram LEMBRANÇAS,boas lembranças!